Desestalinização da URSS
Kruchev, o novo homem forte do governo comunista, proferiu um discurso em fevereiro de 1956. Na ocasião, atacou duramente Stalin e o culto a sua personalidade. Além disso, denunciou as perseguições e a morte de cidadãos soviéticos.
O discurso de Kruchev repercutiu negativamente no mundo comunista. Stalin, que antes era considerado herói, passa a ser visto como criminoso. A partir desse momento, iniciou-se a desestalinização da URSS, dando espaço ao surgimento de opositores e defensores do stalinismo nos países do leste europeu.
Em 1956, a revolta da Hungria foi abafada pela intervenção soviética, revelando os limites do processo de desestalinização proposto por Kruchev.
O desgaste político da intervenção na Hungria foi contrabalançado pela diplomacia soviética na Crise de Suez. Isso permitiu a Kruchev ampliar a influência da URSS na região.
Com a desestalinização, Kruchev prometeu...
- reformas econômicas para elevar o padrão de vida do povo soviético;
- relativa diminuição da censura política;
- concessão de mais autonomia aos governos do leste europeu.